Inclusão Digital

A Inclusão digital é a democratização do acesso as tecnologias da informação, de forma a permitir a inserção de todos a sociedade da informação.







O Brasil está investindo muito nisso, veja os nome de alguns programas destinados a inclusão:

• Telecentros - Criado pela prefeitura de São Paulo em 2007

• Programa Sinergia Digital - Rio Grande do Sul

• Proinfo - Programa Nacional de Informática na escola

• GESAC, CIDAP - Espírito Santo

• Ação Digital - Mato Grosso

• Cidadão.net - Minas Gerais

• Góias Digital

Programa acessa São Paulo, que foi premiado internacionalmente, tendo aproximadamente quatrocentos pontos de atendimento no Estado de São Paulo.

entre outros.

Qual é a verdadeira importancia da inclusão digital?

Desde sua popularização a internet vem se tornando um dos meios de comunicação mais rapido, eficiente e interativo.
pessoas usam recursos de busca como o Google para pesquisa, vêm notícias que estão acontecendo naquele exato mmento, conversam com os amigos, ouvem música, e uma infinidade de outros recursos.
Mas ainda existem pessoas que não têm acesso a esse incrival recurso nem mesmo sabem o que é ou como usar. Por isso é importante trazer essas pessoas e ensiná-las, incluí-las nesse mundoo digital rico de informação, para que possam aproveitar ao máximo seus recursos e até melhorar de vida, pois a internet é uma grande fonte de conhecimento, se usada corretamente, é claro, e se as pessoas forem orientadas a usá-la de manira que possa aproveitar ao máximo de uma maneira positiva.

Inclusão digital a nova geração.

Mais do que inclusão o Homem precisa de democratização, hoje já se vê como uma necessidade do ser humano em se envolver de diversas formas com todas as suas tecnologias. E o que fazer com as pessoas que não tem acesso? Eis a pergunta que sempre fica sem resposta, por isso, surgem diversos projetos governamentais ou não, como o Acessa Escola, que usa jovens como intermediários para facilitar o acesso em toda a comunidade escolar.



Tecnologia e inclusão social

A tecnologia deve servir à humanidade e não ser mero instrumento do capitalismo

Como não poderia deixar de ser, nossa atual Constituição Federal tem um capítulo destinado à ciência e tecnologia que, não por acaso, está dentro do título da ordem social. Isso significa que, de acordo com nossa Lei maior, o desenvolvimento tecnológico deve atender ao bem-estar social e, portanto, ao bem comum, privilegiando sempre o cidadão.
De fato, diversas são as contribuições da tecnologia para a sociedade, tais como avanços nos estudos para prevenção e tratamento de doenças, utilização de máquinas para aumentar a rentabilidade do trabalho humano e da produção agrícola, novas possibilidades energéticas e disseminação da educação e do conhecimento. No entanto, apesar da Constituição enfatizar seu caráter social, a atual era individualista que vivemos restringe a tecnologia à lógica do mercado capitalista e, portanto, à economia, o que a afasta, cada vez mais, da prática e da vivência do bem comum. “Hoje em dia vemos, na maioria das situações, o uso com ênfase privatista da tecnologia, focada exclusivamente na questão de lucro, o que está gerando um aumento do fosso da desigualdade econômica e social”, explica o professor Luciano Sathler, pró-reitor de Educação a Distância da Universidade Metodista de São Paulo e presidente para a América Latina da Associação Mundial de Comunicação Cristã.

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Tecnologia como meio de inclusão diminui o fosso da desigualdade

O professor de pós-graduação Ciências da Religião da Metodista, Jung Mo Sung, critica o uso puramente mercantil da tecnologia. “Temos o surgimento de várias tecnologias que são ótimas em termos meramente técnicos. Em termos humanos elas são ruins, porque pervertem os valores da sociedade. O avanço tecnológico que só fomenta a idéia de consumo gera uma sociedade que se identifica com o mercado. O homem é visto primeiro como consumidor e depois como cidadão. O certo, em uma sociedade cidadã, seria você primeiro ser cidadão. Mesmo não sendo consumidor, você é cidadão”, considerou o professor.
Uma das conseqüências dessa realidade é a exclusão digital, faceta da exclusão social. Nem todos os membros da sociedade possuem habilidade e recursos financeiros para acompanhar os avanços tecnológicos, o que dificulta ainda mais a prática do bem comum. “A tecnologia deveria estar a serviço de todos, inclusive dos mais pobres, dos analfabetos e dos mais idosos. Se deixarmos alguém de fora desse progresso, não é progresso. É simplesmente avanço da técnica. Para isso, cabem ao Estado, aos governos, à sociedade civil e, especialmente, às grandes corporações e empresas transnacionais repensar a tecnologia a serviço do ser humano”, defende Sathler, caracterizando a importância de uma discussão política sobre o tipo de governo que queremos para que a tecnologia seja colocada, afinal, a serviço de todos e não só de uma minoria.
Ainda segundo o pró-reitor de Educação a Distância da Metodista, é preciso também instigar a população a participar de forma presente das definições dos rumos tecnológicos da sociedade, para que as grandes decisões deste campo não sejam tomadas exclusivamente pelas empresas, movidas pelo lucro.
A educação passa a ser uma ferramenta fundamental para a formação de pessoas mais conscientes, participativas e melhor capacitadas profissionalmente para inclusão no novo mercado de trabalho que se configura. “É papel da universidade ajudar os seus alunos a desenvolver uma consciência de responsabilidade social, uma postura ética ativa perante as injustiças presentes em nossa sociedade. Ao promover este debate, fortalecemos a consciência entre alunos e funcionários à nossa participação na melhoria da sociedade”, afirma o diretor da Faculdade de Tecnologia e Informação da Metodista, professor Davi Betts.
Se usada com sabedoria e ética, a tecnologia pode representar uma forte aliada na luta por um mundo mais cidadão, justo e, portanto, empreendedor do bem comum.

Porque não ajudar o planeta com uma coisa simples?





Quantas vezes ao dia nós não acessamos o salvador Google?

Seja para coisas fúteis ou trabalhos importantes e que necessitam de informações concretas e verdadeiras. O Google sempre está envolvido em qualquer tarefa ou distração que envolve o uso da internet.


Alguém aqui já parou para pensar, quantas vezes acessa o Google?


Um dia eu parei pra contar e parei quando cheguei no 30º acesso, e olha que naquele dia nem tinha nada de importante para fazer em! Agora pense comigo! Porque não usar deste número de acessos para fazer a sua parte na preservação do planeta? Uma medida super simples e que pode tornar a vida do planeta um pouco menos frágil a cada dia.

Para isso, recomendo com toda a minha confiança o site de pesquisas www.eco4planet.com onde cada acesso em pesquisas é contabilizado e depois de um determinado número, os responsáveis pelo site plantam uma árvore! Sim, uma árvore! pode parecer pouco, mas o que você perde fazendo esse mísero esforço? NADA, pelo contrário, você só ganha pois uma árvore pode fazer muita diferença nos dias de hoje.
Por isso deixo a dica para todos os estagiários para incentivarem os alunos e utilizadores das suas salas a utilizarem este site! Não custa nada e um pouco que cada um faz já é muito perto do nada!

Filipe Gallo Bizari - Acessa Escola Vista Alegre do Alto


Escola Professor Salvador Gogliano Júnior

Informatizar para melhorar






Ao se falar em Inclusão Digital, a primeira ideia que vem à cabeça é a de pessoas utilizando tecnologias. No entanto, essa expressão não se limita no simples ato de usar um computador, um celular, ou ter acesso à Internet.
A proposta contida na informatização vai além. O maior e mais importante objetivo da inclusão digital é permitir a integração social das pessoas para que essas tenham a garantia de seus direitos, e dessa forma, possam ter melhor qualidade de vida.

Hoje em dia, há grande necessidade do domínio das ferramentas digitais, pois essas estão presentes em vários locais, como bancos, lojas, supermercados e tantas outras atividades cotidianas. Com o intuito de promover o acesso e o domínio à essas ferramentas, programas nacionais e estaduais de Inclusão Digital foram criados, como por exemplo o Programa Telecentros, que oferece cursos e oficinas para a comunidade escolar; e o Acessa São Paulo que oferece para a população do Estado o acesso às novas tecnologias da informação e comunicação.
Como pode-se perceber, cada vez mais a informática está presente na vida dos seres humanos. Estar ápito à ela não significa apenas acompanhar a evolução do trabalho do homem, mas sim torna-se cada vez mais humano, formando uma sociedade melhor e mais justa.